
Estamos no auge de um ciclo solar raro na Islândia
O fenômeno da aurora boreal está diretamente ligado à atividade solar, que segue um ciclo de cerca de 11 anos. Durante o máximo solar — o ponto de maior atividade magnética do Sol — o número de manchas solares, explosões e ejeções de massa coronal (CMEs) aumenta significativamente. Isso faz com que mais partículas carregadas atinjam a Terra e criem auroras mais fortes e frequentes.
O ciclo atual (Ciclo solar 25) está perto do pico, previsto até 2026
Especialistas observam que o pico do ciclo solar 25 deve se estender até março de 2026, proporcionando, especialmente no inverno do Hemisfério Norte (final de 2025 e início de 2026), as auroras mais intensas da última década. Depois desse pico, a atividade solar tende a diminuir gradualmente, tornando o fenômeno menos frequente e menos brilhante até o próximo máximo, que só deve ocorrer por volta do início da próxima década.
Por isso muitos dizem que 2026 pode ser “a última chance” agora
Embora a aurora boreal não vá desaparecer de vez, as condições para vê-la no seu maior esplendor (cores mais fortes, maior frequência e possibilidade de aparecer em latitudes mais baixas) são mais favoráveis agora, durante este máximo solar. Após 2026, essa combinação ideal será menos comum até que o Sol entre novamente em um novo ciclo de alta atividade, provavelmente apenas em meados da década de 2030.
Quando e onde aproveitar esse momento
Inverno no hemisfério norte (outubro a março) é a melhor época para observação.
Locais como Noruega, Finlândia, Islândia e norte do Canadá estão entre os melhores destinos para avistar as auroras nesse período de pico.





